Quinta-feira, Agosto 25, 2005
Motivacional: Vinte lições para um melhor viver
1. No máximo a cada duas horas de trabalho, faça pausas de dez minutos. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.
2. Aprenda a dizer "não" sem sentir culpa ou achar que magoou alguém. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.
3. Planeje seu dia, mas deixe sempre um bom espaço para improviso, consciente de que nem tudo depende de você.
4. Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.
5. Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.
6. Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Você não é a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.
7. Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
8. Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso, destinado a coisas mais importantes.
9. Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.
10.Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.
11.Família não é você: ela está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.
12.Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trava do movimento e da busca.
13.É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e com quem falar abertamente, próxima de você ou, no máximo, num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.
14.Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.
15.Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
16.Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo... para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.
17.A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.
18.Uma hora de intenso prazer substitui, com folga, três horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.
19.Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé.
20.Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você é aquilo que fizer de você mesmo.
George Ivanovitch Gurdjieff, pensador russo
Quarta-feira, Agosto 10, 2005
bom dia
a globo.com ainda não deletou esse blog.
o prazo que me deram já se esgotou.
o dano já foi causado, pois deixei de postar e responder aos meus doces e queridos amigos.
o que devo fazer?
estou sofrendo com tudo isso.
acho que a globo.com está me fazendo desistir desse blog
as imagens não estão entrando corretamente, vou tentar mudar para
Clique aqui para ver Meu novo blog
será que vou me acostumar?
será que voces vão gostar?
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A Força de Um Homem
A força de um homem não é vista na largura de seus ombros
Vê-se na largura de braços que o rodeiam.
A força de um homem não está no tom profundo de sua voz.
Está nas palavras delicadas que sussurra.
A força de um homem não é medida por quantos amigos ele têm.
É medida no quanto é um bom amigo com seus filhos.
A força de um homem não está em como é respeitado no trabalho.
Está em como é respeitado no repouso.
A força de um homem não está no cabelo em seu peito.
Está no coração que se encontra dentro de seu peito.
A força de um homem não está em quantas mulheres amou.
Está em se ele pode verdadeiramente amar uma mulher.
A força de um homem não está em como duramente bate.
Está em como amorosamente ele toca.
A força de um homem não está no peso que pode levantar.
Está na carga que pode compreender e superar.
Perfil
Nome: Carlos Dutra
Idade:Coração Jovem
Cidade:Rio
Niver: 27/11
Humor:Apaixonado..desde 24/09/03 pelo meu Blog
MSN:carlosdu2004@hotmail.com
Idem para o ORKUT
E-mail
carlosdutra@gmail.com
carlosdutra@walla.com

























Vasculhando blogs pela rede descobri esse post interessante do Alexandre
que retrata de uma maneira bem humorada nossa vida com nosso blog.
Sobre o ato de blogar
Dando uma espiadela nas estatísticas deste endereço, descobri que Pensar Enlouquece aparece entre os 10 primeiros resultados no Google para internautas que buscam pela palavra "blogger" em páginas do Brasil. A vocês, incautos que fizeram essa pesquisa, dedico os textos abaixo.
* * * * *
Tempo é relativo, que o digam aqueles que estão habituados à leitura constante de blogues. Se um blogueiro fica dois ou três dias sem atualizar a página, sempre surgirá algum internauta a comentar: "cadê você?".
Em geral, posts são marcados por uma linguagem informal, descompromissada, não raro pontuada por erros de grafia que denunciam a urgência com que o internauta escreve seu texto, como rascunhos que já nascem com caráter definitivo. Do comando do cérebro ao ato dos dedos digitando no teclado, palavras borbotam e - clic! - desembocam direto para a tela.
E no entanto, há blogueiros que, sem idéias prodigiosas o suficiente para justificar um novo post, limitam-se a escrever: "estou sem idéias, portanto fiquem com este teste (ou link, ou charge, ou letra de música)". Ou seja, postam como que se sentissem compelidos a publicar pelo menos uma coisa, por mais irrelevante que seja, simplesmente para não permitir que as teias de aranha virtuais ocupem seu blog pelo enorme intervalo de... um dia.
Repare: toda vez que um novo texto é publicado, os anteriores deixam de receber novos comentários. Na blogosfera, mais do que nunca prevalece a cultura do imediato: o post está morto, viva o novo post! Em nome da velocidade no carregamento do site, não mais que dez artigos são publicados na página inicial, enquanto os anteriores são empurrados para o quartinho dos fundos. Pergunto: quantos gatos pingados possuem o hábito recorrente de vasculhar os arquivos de um blog?
É preciso ainda falar de textos longos. Quantas vezes você já não se deparou com algum post mais alongado que, metalinguisticamente, pedia desculpas ao leitor com alguma frase do tipo "se você teve paciência para chegar até aqui...". E isso para não falar dos comentários off topic, ao melhor estilo não-tive-tempo-para-ler-seu-texto-só-escrevi-pra-dizer-oi-adoro-o-seu-blog-visite-o-meu! O fato é inequívoco: ler textos na tela é cansativo e é difícil resistir à compulsão de "folheá-los" na diagonal.
Por vezes encaro Pensar Enlouquece como uma espécie de antiblog. Não porque eu desgoste de blogues (muito pelo contrário, a considerável quantidade de links do meu menu à esquerda é a prova contumaz de que há muita vida inteligente na blogosfera) ou raramente fale de minha vida pessoal, e sim porque não sou, e provavelmente jamais serei capaz de publicar textos aprazíveis todo santo dia. Enquanto a maior parte de meus colegas publica três, quatro, cinco posts no intervalo de poucas horas, aqui dificilmente você se deparará com mais do que um texto por dia, e isso se houver algum.
Em meio a tanta urgência e fugacidade há que se reiterar, pois, alguns dos melhores aspectos positivos do meio "blog": o fomento de debates em tempo real, o estímulo à comunicação de idéias, a democratização da publicação de conteúdo na Web, e, principalmente, a liberdade de expressão (apesar da boçalidade de certas figuras, como o funcionário da Dow Right que quis intimidar Cris Dias a ponto de tentar persuadi-lo a remover um texto de seu blog).
Não posso deixar de lamentar, contudo, os efeitos colaterais surgidos em meio à urgência de novos posts. Ao contrário de textos impressos em celulose, transportáveis para qualquer local e lidos quando bem entender, o prazo de validade de um post vale pelo tempo em que é exibido na home-page. Depois, torna-se jornal virtual a embrulhar peixes cibernéticos precocemente envelhecidos, folheado por uma massa restrita de leitores.
* * * * *
Toda vez que eu encontro um amigo, digamos, "off-line", e ele descobre que possuo um blog razoavelmente conhecido, a pergunta que segue é quase inevitável:
- Blog? O que é isso?
Tecnicamente falando, blog é um site regularmente atualizado, cujos posts ("entradas" compostas por textos, fotos, ilustrações e/ou links) são armazenados em ordem cronologicamente inversa, com as atualizações mais recentes no topo da página. Criados a partir de ferramentas de publicação que dispensam seu autor de conhecer obrigatoriamente HTML ou outras linguagens de programação (exemplos: Blogger, Movable Type e B2), blogues são páginas dinâmicas e democráticas: qualquer internauta razoavelmente alfabetizado é capaz de criar o seu. Podem ser espaço para desabafos pessoais, mural de recados, caderno de rascunhos literários, veículo para egolatria destilado em bits e bytes, divã virtual, depósito de links curiosos, diário de viagem, hobby para desocupados ou tudo isso ao mesmo tempo agora.
Falando sob o meu ponto de vista específico, este blog é um recanto virtual no qual exponho minhas idéias, divulgo pessoas, obras e links que julgo que mereçam ser melhor conhecidas, publico algumas experimentações literárias e interajo com outras pessoas. Ou seja, como uma espécie de fanzine eletrônico através do qual filtro o mundo à minha volta de acordo com meus interesses, paixões e imperfeições.
Contudo, não posso dizer que me surpreendo ao constatar que a maior parte dos blogues Web afora limita-se a dar copy-and-paste de crônicas, ilustrações, notas informativas e letras de música de terceiros, limando um blog do que ele poderia oferecer de mais interessante: as opiniões e idéias inequivocadamente únicas da pessoa que o criou. Mesmo assim, esses sites possuem lá o seu valor sociológico, ao delinear o perfil de uma geração que não diz a que veio simplesmente porque é incapaz de formular sentenças de próprio cunho, e que se compraz em rechear seus blogues com piadas recicladas e ilustrações que repetem ad nauseam os mesmos padrões de sátira baseados em trocadilhos e/ou montagens photoshopadas.